Campanhas e Eventos

Pelo retorno do Balcão Nascer Cidadão nas maternidades portuguesas – Carta ao Ministério da Justiça

Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto enviou um pedido formal ao Ministério da Justiça e ao Instituto de Registos e Notoriado no sentido da re-abertura urgente dos Balcões Nascer Cidadão nas maternidades portuguesas, bem como o melhoramento da opção do registo online dos bebés. Abaixo, a carta enviada que relata os casos que nos têm chegado, e a justificação deste pedido urgente. “A Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto tem tomado conhecimento de inúmeras situações em que o registo dos bebés após o parto tem encontrado dificuldades. As medidas de restrição de acompanhante/visitas durante o trabalho de parto, parto e puerpério, devido […]

INQUÉRITO EXPERIÊNCIAS DE PARTO EM PORTUGAL | 2.ª EDIÇÃO

Com o objetivo de continuar a dar voz a todas as mulheres que tiveram um parto em Portugal, desta feita, entre 2015 e 2019, e de conhecer as suas experiências, a Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto desenvolveu e aplicou a 2.ª edição do inquérito “Experiências de Parto em Portugal”. Com a aplicação do inquérito, a APDMGP procurou aferir as características dos partos, a satisfação das inquiridas e a identificação de eventuais situações de abuso, discriminação ou desrespeito vivenciadas, assim como o impacto da experiência de parto. O inquérito foi organizado em consciência da multiplicidade de experiências de parto. Composto por 88 questões, a navegação das […]

“O hospital tem de decidir em que página estará no futuro.”

Serve este email – como médica, como cidadã e como mãe de dois filhos, o mais novo um bebé “pandémico” que teve o luxo de poder nascer num hospital que respeitou a legislação e as melhores práticas médicas com o apoio e acompanhamento do pai – para questionar o que está a ser feito para garantir à população servida todas as condições para ter filhos em segurança, no sentido multidimensional do termo. A narrativa do medo e dos números pode servir para manchetes de telejornais​ mas não para profissionais de saúde, que devem trabalhar com informação científica e bom senso – Sabemos como o vírus se transmite e sabemos que […]

#parirsozinhanao

As grávidas e parturientes continuam, em muitos hospitais portugueses, impedidas de ter acompanhante durante internamentos, parto e pós-parto, a pretexto da pandemia por COVID-19, enquanto centros comerciais, restaurantes e transportes públicos, para só nomear alguns, há muito tempo podem ser frequentados quase livremente. Esta situação está a roubar às famílias o momento irrepetível do nascimento dos seus filhos e a afetar a saúde emocional de mães, pais e bebés. Até quando? A APDMGP defende o levantamento imediato desta proibição de acompanhante, lesiva e desproporcionada. Se concorda, partilhe as imagens da nossa campanha – esta é apenas a primeira – nas suas redes sociais, com o hashtag #parirsozinhanao #apdmgp

COMUNICADO – APDMGP preocupada com degradação do estado de saúde emocional de grávidas e parturientes

COMUNICADOPara divulgação imediata Associação preocupada com degradação do estado de saúde emocional de grávidas e parturientes As medidas restritivas do acompanhamento de utentes durante consultas e atos médicos, em consequência da pandemia por COVID-19, estão a impactar severamente a saúde mental e bem-estar das mulheres grávidas e suas famílias, conforme inúmeros relatos e pedidos de ajuda recebidos pela Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto (APDMGP).  Grávidas, parturientes e puérperas veem-se privadas do direito ao acompanhante durante a vigilância da sua gravidez assim como durante o próprio parto e pós-parto. Preocupante para a APDMGP é também a situação das mulheres internadas em consequência de gravidezes de alto risco, […]